sábado, 24 de março de 2012

Trabalho sobre a Taxonomia

Notícia

Nova espécie de lagarto é descoberta no Peru


O 'Potamites montanicola' é um lagarto multicolorido que vive no alto de montanhas andinas, um comportamento incomum para um réptil

Ao contrário da maioria dos répteis, o Potamites montanicola não passa horas no Sol para se aquecer (Germán Chávez)

Uma nova espécie de lagarto foi descoberta no Peru, a 2.100 metros de altitude, e intrigou os cientistas. Répteis não regulam a própria temperatura corporal sozinhos, precisam do calor do Sol e do meio ambiente para que se mantenham aquecidos — algo difícil a essa altitude.
Ainda mais estranho, o Potamites montanicola, ou habitante da montanha, como foi batizado, aparenta ter hábitos noturnos, evitando a luz do Sol, e foi visto nadando em riachos, algo que não ocorre com outros representantes do mesmo gênero. Os parentes próximos desse lagarto multicolorido vivem a baixas altitudes e em ambientes quentes e húmidos, como a Floresta Amazônica.
Os lagartos foram encontrados nas montanhas da Cordilheira Vilcabamba, nos Andes peruanos, no sul do país, e no vale do rio Apurimac, em altitudes variando entre 1.600 e 2.100 metros. Mas o habitat natural do réptil pode ser maior.
"Mais estudos são necessários para conhecer sua biologia, estrutura populacional e estado de conservação, além da distribuição espacial", afirmou Germán Chávez, pesquisador do Centro de Ornitologia e Biodiversidade do Peru. 



Resumo

O Potamites montanicola, é um lagarto multicolorido descoberto no Peru, mais precisamente nas montanhas da Cordilheira Vilcabamba, nos Andes peruanos a sul do país.
Como sabemos os répteis não são capazes de manter uma temperatura corporal constante, como nós, os mamíferos, ou como as aves. Eles dependem do ambiente e sobretudo do Sol para manterem-se aquecidos. Ao contrário desta espécie, daí ter despertado tanto interesse aos cientistas. Esta nova espécie de lagarto foi encontrada a 2.100 metros de altitude, e vive no subsolo, aparentando ter hábitos noturnos, evitando o Sol.
Por enquanto só se sabe estas informações acerca do réptil mas, segundo Germán Chávez mais estudos virão a ser feitos.

As várias cores dos lagartos peruanos Potamites  montanicola




Taxonomia


Trabalho elaborado por: Alexandra Amaral, nº1

Taxonomia

 TAXONOMIA
Apesar de mais evoluídos e diversificados, os sistemas de classificação actuais mantêm ainda alguns aspetos da estrutura proposta por Lineu no seu sistema de classificação. Neste sistema, o primeiro com elevado grau de rigor e consistência científica, as categorias ou níveis taxonómicos ou taxa encontram-se dispostos de forma hierárquica, o que torna evidente o grau de relação entre eles.
A categoria básica deste sistema, entendida como a unidade de classificação biológica, é a espécie. Constitui a categoria com menor capacidade de inclusão, mas mais uniforme, uma vez que integra organismos  com maior número de características comuns. O reino é a categoria mais abrangente, sendo, por isso, mais heterogénea. Entre estes dois extremos consideram-se o género, a família, a ordem, a classe e o filo (divisão nas plantas). Assim ao longo desta hierarquia vai aumentando o número de organismos em cada nível, mas diminuindo o grau de parentesco entre eles.
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Níveis taxonómicos associados à classificação do leão.


Trabalho elaborado por: Alexandra Amaral, nº1

A VIDA DE DARWIN

Charles Robert Darwin FRS (Shrewsbury, 12 de Fevereiro de 1809 – Downe, Kent, 19 de Abril de 1882) foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual.

Charles Darwin nasceu na casa da sua família em Shrewsbury, Shropshire, Inglaterra, em 12 de fevereiro de 1809. Ele foi o quinto dos seis filhos do médico Robert Darwin e sua esposa Susannah Darwin.



Oportunidade
Darwin ingressou no curso de Geologia do reverendo Adam Sedgwick, um forte proponente da teoria de projeto divino, e viajou com ele como um assistente no mapeamento estratigráfico no País de Gales. Contudo, seus planos de viagem à Ilha da Madeira foram subitamente desfeitos ao receber uma carta que lhe informava a morte de um dos seus prováveis colegas de viagem. Outra carta, entretanto, recebida ao retornar para casa, o colocaria novamente em viagem. Henslow havia recomendado que Darwin fosse o acompanhante de Robert FitzRoy, capitão do barco inglês HMS Beagle, em uma expedição de dois anos que deveria mapear a costa da América do Sul. Isto lhe daria a oportunidade de desenvolver a sua carreira como naturalista. Esta se tornaria uma expedição de quase cinco anos que teria profundo impacto em muitas áreas da Ciência.

A Viagem
Apesar da natureza pacífica de sua missão, o retorno do "Beagle" à Inglaterra com segurança não estava assegurado. O risco do encalhe nas águas costeiras pouco conhecidas da América do Sul era profundo. Em terra, o viajante corria o risco do levar um tiro ou ser esfaqueado pelos revolucionários ou pelos indígena, rebeldes, duvido ao descontentamento político que pairava no ar, mais do que nunca, como rescaldo das guerras de independência. E o rigor da pesquisa exigia que o ‘Beagle’ velejasse por toda a extensão da costa sul-americana, retornando repetidamente aos mesmos portos. O projeto ofereceu a Darwin oportunidades para explorar, a pé ou a cavalo, sozinho ou na companhia de guias, algumas das regiões mais selvagens do mundo. Ele enviou vários engradados repletos de plantas, insetos, conchas, pedras e fósseis para a Inglaterra, e suas cartas para Henslow provocaram tanto interesse nos meios científicos que alguns extratos chegaram a ser publicados pela Sociedade Filosófica de Cambridge, em 1835. Darwin cita, na sua autobiografia, que sua coleção de fósseis também "despertou muita atenção entre paleontologistas".

O Arquipélago dos Galápagos
No período de 16 de setembro a 20 de outubro de 1835, Darwin explorou o arquipélago de Galápagos. Encontrou fauna e flora sem termo de comparação com outras regiões, e que variavam de ilha para ilha. "Nunca pudera imaginar que estas ilhas, distando entre si cinquenta ou sessenta milhas, e a maioria visível das demais,  formadas exatamente das. mesmas rochas, submetidas a um clima bem similar, com quase a mesma altitude, pudessem ser tão diferentemente povoadas"


A Origem das Espécies
Darwin marcou história, expondo o mecanismo básico da evolução: a seleção natural.
Darwin havia acumulado tantos fatos para fundamentar sua teoria que seus argumentos eram difíceis de refutar. Mas a implicação de que todos os seres vivos descendem de um ancestral comum insere o Homem no esquema evolutivo, dando início a uma das maiores controvérsias científicas, e cujos efeitos se fazer sentir até os nossos dias.
Darwin viveu o suficiente para ver sua teoria da evolução ganhar aceitação geral. No dia 19 de abril de 1882 Darwin faleceu em Down, e foi sepultado próximo à tumba de Isaac Newton, na Abadia de Westminster. Huxley, Hooker e Wallace carregaram seu caixão. A sua maior realização foi ter lançado as bases da biologia moderna.

Trabalho elaborado por: Alexandra Amaral, nº1

Classificação segundo Whittaker

Classificação segundo Whittaker

Utilizando como critérios de classificação os níveis de organização estrutural, os tipos de nutrição e as interações nos ecossistemas, Whittaker propôs, em 1979, uma reformulação do seu anterior sistema. De acordo com este sistema de classificação modificado, os seres são agrupados em cinco reinos: Monera, Protista, Fungi, Plantae e Animalia, passando o Reino Protista a integrar as Algas.

Classificação
em
cinco
reinos
segundo
Whittaker
Critério
Reino
Tipo de célula Organização celular Tipo de nutrição Interacção no ecossistema Exemplos
Monera Procariótica.
Parede celular presente na maioria das células
Unicelulares solitários ou formando colónias Autotrofismo (fotossíntese ou quimiossíntese);
Heterotrofismo (absorção)
Produtores
Microconsumidores
Bactérias
Protista Eucariótica
Com ou sem parede celular
A maioria unicelular, solitários, algumas colónias e outros com multicelulares com reduzida diferenciação. Autotrofismo (fotossíntese);
Heterotrofismo (absorção ou ingestão)
Produtores
Microconsumidores
Macroconsumidores
Algas
Amibas
Paramécias
Fungi Eucariótica.
Parede celular, quando existente, com quitina
Multicelularidade presente em algumas formas. Reduzida diferenciação celular Heterotrofismo (absorção) Microconsumidores Leveduras
Cogumelos
Bolores
Plantae Eucariótica
Parede celular (celulose)
Multicelulares com progressiva diferenciação celular Autotrofismo (fotossíntese) Produtores Funária
Polipódio
Macieira
Animalia Eucariótica (sem parede celular) Multicelulares com progressivo grau de diferenciação Heterotrofismo (ingestão) Macroconsumidores Esponja
Minhoca


Trabalho Elaborado por: Alexandra Amaral, nº1

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Evolução das Borboletas (Biston Betularia)



Hoje em dia, as borboletas inglesas estão migrando para o norte do país para fugir das mudanças climáticas e se adaptando a novos habitats para sobreviver!

Trabalho Elaborado por: Alexandra Amaral nº1

sábado, 3 de dezembro de 2011

Evolução das espécies

Lamarckismo
A necessidade leva os indivíduos a evoluírem:
 Lei do uso e do desuso
Para rendibilizar a sua relação com o meio os seres vivos tendem a usar mais um orgão o que leva ao seu desenvolvimento, e os orgãos que usam menos acabam por atrofiar ou desaparecer.
Lei da transmissão de caracteres adquiridos
Após a modificação no individuo, pelo uso ou pelo desuso, essa alteração transmite para os decendentes motivada pela necessidade de adaptação ao meio.


Darwinismo
A evolução ocorre na população, onde nem todos os individuos tem a mesma capacidade de sobrevivencia: os mais aptos sobrevivem e reproduzem-se; os menos aptos morrem ou não deixam descendencia -seleção natural.

Trabalho elaborado por: Beatriz Melo nº4